Rafael Oliveira aborda em sua coluna o disco Feral Roots, do Rival Sons

Janeiro de 2019 o ano já começa bem ao receber esse disco precioso, o Feral Roots da banda Rival Sons, aquele ano eu tinha certeza que seria fantástico apesar da série de coisas que aconteceram, mas iniciamos com o ponta pé inicial com esse disco incrível que é tema dessa postagem de hoje.

A banda Rival Sons eu particularmente passei a gostar e ter conhecimento através de um estimadíssimo amigo e apresentador da Rádio Kiss FM o Senhor Excelentíssimo – Gastão Moreira em seu programa inaugural de agosto de 2014 o Gasômetro, ouvi a banda pela primeira vez e já foi amor à primeira vista.

O som dos “caras” era diferente e tinha certas doses de psicodelia, misturado com sons do hard rock, seus integrantes faziam clipes musicais na internet bastante irreverentes e muito parecidos inicialmente ao produtor americano e aclamado – Jack White – SIM – o mesmo de White Stripes.

A banda tem suas origens em apresentações de bandas de grande sucesso como o AC/DC, Alice Cooper e até mesmo o Black Sabbath, surgida em Long Beach – Califórnia – EUA.

Seus primeiros discos de estúdios gravados: “Pressure & Time” do ano de 2011 e “Head Down” em 2012 e “Hollow Bones” de 2016 foram bons álbuns, principalmente o primeiro que possui a canção que é faixa título do disco.
Mas para ser sincero acho o disco “Feral Roots” bem mais produzido que os discos anteriores, bastante superior em temáticas e explora conceitos muito bem abordados, que inclusive vamos falar aqui.

Bom infelizmente em uma postagem apenas não vou conseguir abordar muito sobre os discos dessa banda, mas promete também criar outros materiais sobre as minhas impressões em discos anteriores, acho importante falar sobre os “caras”.
O disco ele possui uma série de sons com muita energia e vibração, ao mesmo tempo que soa de forma melancólica em algumas faixas, vamos entender um pouco sobre as canções deste disco.

Do Your Worst, primeira single do disco, já possui traços marcantes de uma mistura de sons do Led Zeppelin com a banda “Black Keys”, é bastante semelhante se você parar para ouvir com calma a canção.

Veja neste refrão a seguir a semelhança com alguma canção do Black Keys:
Oh my, oh my baby
Devil’s gonna get you if don’t first

Também é possui notar os teclados e a guitarra de uma das canções de Led Zeppelin.
Já a segunda canção “Sugar On The Bone”, inicia como uma das canções que misturam o indie rock com o funk e hard rock juntos, uma dinâmica bem pregada.

Na terceira faixa com “Back In The Woods” – uso de backing vocals, um som característico do blues e também a presença de um ritmo indie rock, o som do disco se mostra muito bem na canção.

Nas faixas seguintes como “Look Away”, “Feral Roots” e “Too Bad” é possui notar a qualidade dinâmica dos sons instrumentais, os poderosos riffs, refrões marcantes e também dramáticos, além da presença de sons acústicos nas canções, são outras qualidades deste disco bem produzido.

Para concluir ainda é possível aproveitar sons mais lentos como nas canções: “Stood By Me”, “Imperial Joy” e Shooting Stars”, sons mais dançantes a duas pessoas, com o carregado e potente som gospel e soul da última canção do disco, que a meu ver é uma das melhores músicas produzidas pela banda, com o uso de backing vocals femininos que denotam um charme e elegância ainda maior para uma banda de rock que trouxe inúmeras referências musicais dos anos 70.

Disco para você ouvir e guardar na sua cabeceira de sons.


Acesse os canais de mídia – Instagram: @rivalsons

*Por Rafael S. de Oliveira – Mórmon/SUD – Com oficio de Elder, Diretor de Assuntos Públicos e Especialista de Bem Estar, membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Vice-Presidente – O Observatório: Associação de Controle Social e Políticas Públicas da Zona Oeste de SP (mandato 2020-2023). Técnico em Políticas Públicas pelo PSDB (Partido da Social Democracia do Brasil), Engenheiro de Produção e ex-gestor por 3 grandes empresas (Luft Logistics, IGO SP e TCI BPO). Apresentador e Produtor pela Rádio Meteleco.Net (Programa Garimpo) e Colunista no Jornal Cotia Agora (Caderno de Música, Discos, Experiências e Cultura).