Coluna de Rafael Oliveira: O 1º disco que chegou às paradas musicais do Alice in Chains

Alice In Chains é uma das bandas pioneiras do estilo “Grunge” e sem dúvida nenhuma esse disco que vamos falar hoje, trás consigo a história deste estilo que foi tão forte nos anos 90 e que surgiu na cidade de Seattle – EUA.

O disco “Rainier Fog” recebeu provavelmente esse nome em razão do “Monte Rainier” uma das paisagens da cidade de Seattle e que de certa forma abrigou nomes do estilo grunge excepcionais de toda uma geração.

O Alice In Chains, foi capaz de misturar o heavy metal aos estilos alternativos e possantes da época é uma das bandas mais intensas de toda uma ERA.

Vamos direto para as impressões deste disco que inicia com a faixa: “The One You Know” neste ponto de partido, nada diferente do que a banda tem produzido, sons fortes, riffs de guitarra, palavras batidas e a harmonia dos vocais, nada a declarar a respeito, já na sequência a faixa-título do disco “Rainier Fog” essa já traz algo do passado, ou talvez os fantasmas que rondaram a banda ao longo dos seus mais de 30 anos de carreira.

A seguir a canção “Red Giant” que mantêm o estilo forte e possante da banda, remetendo aos clássicos do punk dos anos 90, uma fundição perfeita de guitarras em harmonia, com aqueles sons mais pesados, os vocais tipicamente do grunge não faltam os elementos centrais para a banda. Também nada de diferente.

Com a canção “Fly” o disco se torna mais “alternativo”, um som mais leve, quase como uma balada do disco, momentos bem tranquilos que lembram muitas canções do Pearl Jam, Nirvana, Soundgarden enfim.

As canções seguintes do álbum tornam mais expressivas como “Maybe” que traz para o centro do disco o poder absoluto do “Grunge”, aqueles sons sombrios, carregados de depressão, cinzas, tipicamente falando da cidade de Seattle, momento que diria como nostalgia. A faixa “So Far Under” resume o trabalho inteiro do disco, talvez a canção que mais represente o disco, eu prefiro opinar por Maybe, mas essa também não deixa escapar os sons característicos do estilo grunge.

O álbum conclui com uma das baladas mais longas do disco, são mais de 7 minutos de canção, que lembra muito aos estilos de discos acústicos da MTV, aquela lembrança boa e representada na canção “All I Am”.

Para concluir coloco ainda a faixa “Never Fade” e nessa single é possível notar como o lado sombrio está presente, a letra em si deixa claro o uso e emprego das seguintes palavras: “Luto”, “Nunca me deixe”, “Você é a luz que me traz ao caminho”

Vamos ouvir o disco:

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* Rafael S. de Oliveira – Mórmon/SUD – Com oficio de Elder, Diretor de Assuntos Públicos e Especialista de Bem Estar, membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Vice-Presidente – O Observatório: Associação de Controle Social e Políticas Públicas da Zona Oeste de SP (mandato 2020-2023). Técnico em Políticas Públicas pelo PSDB (Partido da Social Democracia do Brasil), Engenheiro de Produção e ex-gestor por 3 grandes empresas (Luft Logistics, IGO SP e TCI BPO). Apresentador e Produtor pela Rádio Meteleco.Net (Programa Garimpo) e Colunista no Jornal Cotia Agora (Caderno de Música, Discos, Experiencias e Cultura).