Número de mulheres supera homens em cidades da região. Em Cotia, 4,2% a mais

A população feminina, nas cidades da região Oeste, já soma mais 56 mil habitantes que a masculina.

É o que aponta o mais recente estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com estimativas para 1º de julho de 2015. De acordo com o levantamento, as oito cidades da região somam 2.065.417 habitantes. Dentre eles, as mulheres já ultrapassaram a merca de 1 milhão, somando 1.033.311. Já os homens são pouco mais de 977 mil, uma diferença de cerca de 5%.

No levantamento entre os municípios, esse índice, no entanto, varia bastante. Osasco lidera a diferença entre os sexos, com quase 8% mais mulheres que homens em sua população. Enquanto elas são 349,2 mil, eles são 323,6 mil. Na outra ponta da balança está Pirapora do Bom Jesus, com uma variação de 2,3% entre os sexos, somando 8,7 mil pessoas do sexo feminino e 8,5 mil do masculino. Variação semelhante apresenta Santana de Parnaíba, onde as mulheres superam os homens em 2,4%, sendo 62,9 mil moradoras e 61,4 mil moradores. Em Carapicuíba, a população feminina supera a masculina em 6%, somando 197,1 mil mulheres e 186 mil homens.

Em Barueri, esse índice cai um pouco, para 5,5%. São 129,9 mil moradoras e 123,1 mil moradores. Cotia e Jandira apresentam índice igual, de 4,2%. Na primeira, são 114,8 mil mulheres e 110,1 mil homens, enquanto na segunda elas são 59,2 mil e, eles, 56,8 mil. Já em Itapevi, a diferença entre os sexos é de 3,3%, com 111,2 mil mulheres e 107,6 mil homens formando sua população.

Pesquisa aponta que homens ganham 40% mais que as mulheres

O salário médio dos homens, nas empresas brasileiras, é 40,5% maior do que o das mulheres. Em valores, eles representam R$ 2.118,66 e R$ 1.507,69, em média, respectivamente. Os dados integram levantamento divulgado ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) como parte da pesquisa Demografia das Empresas, que tem dados de 2013.

Ainda de acordo com o levantamento, entre 2009 e 2013, a participação das mulheres nas empresas brasileiras passou de 35,5% para 37,7%. Além disso, do total de pessoas empregadas pelas empresas em 2013, 88,9% não tinham diploma de nível superior. A diferença de salário médio entre as pessoas com diploma e as sem nível superior é R$ 3.893,06, ou 267,1%. Os que não tem graduação ganham, em média, R$ 1.457,37, enquanto os graduados recebem, em média, R$ 5.350,43.

Do Webdiario