Novo festival de jazz traz feras aos palcos de SP e RJ

O jazz, como o samba, agoniza, mas não morre. A organização do antigo BMW Jazz, que por sua vez, era o que havia restado do Tim Festival e que um dia foi o Free Jazz, projeto iniciado em 85 pelas irmãs Monique e Sylvia Gardenberg anunciou que o festival agora se chama Brasiljazzfest. Na primeira edição, eles apostam no lendário trompetista norte-americano Wynton Marsalis com a orquestra do Lincoln Center, no grupo norte-americano The Cookers, no quarteto do saxofonista porto-riquenho Miguel Zenón e nos trios do pianista norueguês Tord Gustavsen e do brasileiro André Mehmari.

A  curadoria é do jornalista e crítico musical Zuza Homem de Mello, do músico, arranjador e produtor musical Zé Nogueira e do produtor Pedrinho Albuquerque e o festival rolará no palco principal da Cidade das Artes, no Rio, e em dois lugares na capital paulista: a Sala São Paulo e o Auditório do Ibiapuera.

As 26 edições trouxeram aos palcos brasileiros centenas de atrações, entre elas Dizzy Gillespie, Sonny Rollins, Chet Baker, Nina Simone, Ray Charles, Horace Silver, Moacir Santos, Gil Evans, Ornette Coleman, Herbie Hancock, Cecil Taylor, McCoy Tyner, Hermeto Pascoal, B.B. King, Etta James, Pat Metheny, Stevie Wonder, James Brown, Ahmad Jamal, Gerry Mulligan, Max Roach, Art Blakey Jazz Messengers, Radamés Gnattalli, Sarah Vaughn, Wayne Shorter, Shirley Horn, Paulo Moura e Tom Jobim.

Do Virgula