Cotia irá receber pela quarta vez o Circuito Sesc de Artes, em abril

Pelo quarto ano consecutivo Cotia vai receber o Circuito Sesc de Artes, na Praça da Matriz. O evento terá muitas atrações para todas as idades. O Jornal Cotia Agora mostra em primeira mão as atrações deste ano.

O Circuito chega na cidade no dia 13 de abril, das 16 às 21h30. Com uma programação repleta de música, dança, teatro, circo, cinema, artes visuais e literatura, o evento trará diversos grupos artísticos de todo o país que percorrem praças, ruas e locais públicos encenando dramas, promovendo risos e reflexões em atividades criativas e autênticas.

Este ano o evento passará por 121 cidades do interior, litoral e Grande São Paulo. Todas as atividades são gratuitas e livres para todos os públicos.

Confira as atrações do evento

-Cia Fankama Obi com o espetáculo Kodon: O grupo apresenta a música e a dança Mandingue, expressão tradicional dos povos da Guiné Conacri, no oeste da África. Sete dançarinos e cinco percussionistas fazem uma releitura dos Balés da Guiné, que têm importante papel sociopolítico. Eles utilizam a teatralidade e a ludicidade para falar de machismo e racismo e propor uma discussão sobre a importância do protagonismo feminino e do empoderamento negro.

-Cia Fankama Obi com a Oficina de Danças Mandingue: O grupo de dançarinos e músicos convida o público para uma oficina da dança Mandingue. Na cultura da região, a música e a dança são parte essencial da cultura popular e do cotidiano, já que existem cantos e ritmos para cada ocasião especial: batismos, iniciações, casamentos, trabalho, etc.

-Os Raulzitos e a Lenda do Maluco Beleza: Os músicos resgatam as canções mais criativas, fantásticas e lúdicas de Raul Seixas e fazem um show de rock para crianças que não vai deixar adulto nenhum parado. Do Baú do Maluco Beleza, saem composições que cantam um universo de referências mágicas e míticas, narrativas divertidas e metáforas bem-humoradas como apenas Raul Seixas conseguiu inserir na música popular brasileira.

-Circo di Sóladies: O espetáculo faz uma releitura de cenas clássicas, porém, sob uma perspectiva feminina, quando três palhaças decidem criar seu próprio circo. Através do riso, do jogo cênico e do improviso, o grupo formado por mulheres – palhaças, atrizes, musicistas e pesquisadoras – propõe uma reflexão sobre o lugar da mulher não apenas no circo, mas também nas artes e na sociedade, e sobre a igualdade de gênero.

-Fernanda Kikuchi e a Estamparia Manual: Nesta oficina, os participantes vão aprender a técnica de pintura em estêncil, que serve para estampar tecidos com ferramentas fáceis e acessíveis, como rolo de pintura, tinta serigráfica e máscara de acetato. A arte-educadora é designer gráfica e trabalha com impressões manuais em roupas, acessórios e decoração.

-Marcelo Muniz e a Oficina Drawdio – Desenhos Sonoros: Um sintetizador de sons simples é ligado a um lápis ou pincel. Como resultado, a música vai desenhar nos materiais escolhidos, conforme variam as frequências sonoras. O nome do equipamento, “DrawDio”, vem de “draw” (desenhar) e áudio. O público terá DrawDios de diferentes materiais, com propriedades condutivas diversas, para explorar e desenhar.

-TG3 Design e Conteúdo / Coletiva Lobas com Universo HQ – mediação de leitura com Coletiva Lobas: A atividade é criada a partir de um carrinho de carga, do qual saem livros, bancos, espreguiçadeiras, tapetes e a sinalização do espaço. A praça ganha um ambiente confortável e todo destinado às histórias em quadrinhos. A mediação de leitura será realizado pelo Coletiva Lobas.

-Cinema em Realidade Virtual: O público é convidado a experimentar a tecnologia imersiva que vem abrindo possibilidades de linguagens de cinema e novas formas de contar histórias. Será apresentado um panorama da produção recente com filmes curtos que exploram novos caminhos para a experiência em VR (“virtual reality” / realidade virtual).