Cotia 159 anos. A cidade que dá uma ‘banana’ à acessibilidade

Um flagrante de nossa reportagem nesta quinta-feira (27) e que mostra um problema recorrente em toda a cidade, a acessibilidade.

Cotia é uma cidade que tem topografia complexa, com muitos morros e um sobe e desce incomodo, principalmente para quem tem limitações motoras.

Nesta quinta-feira vimos um cadeirante circulando pela Rua Senador Feijó, sim, na rua, pois não há calçadas no ‘coração’ da cidade. A dificuldade dele em descer aquele trecho entre o Calçados Sérgio e o Ponto Frio foi grande. Na contramão do sentido que ele ia, carros em alta velocidade tiravam a chamada ‘fina’ do rapaz, que ainda se deparava com as pessoas que andam pela rua, algumas por serem mal educadas e outras por não acharem espaço na calçada, seja por causa das rampas ou veículos estacionados, principalmente na perfumaria Sumirê (abaixo do hotel), que tem rampas pequenas, mas usadas como estacionamento, fazendo com que os veículos fiquem com seus ‘rabos’ tomando a calçada e às vezes até o meio fio.

Voltando ao problema da falta de acessibilidade, não é preciso andar muito para se deparar com a quase inexistência dela. A prefeitura implantou nas ruas do centro, região central, Granja Viana e Caucaia os rebaixamentos de guias sinalizadas e adaptadas para deficientes físicos, porém, o problema é a falta de calçada e principalmente os obstáculos contidos nelas, como postes, degraus, lixeiras, lixos e carros.

Como diz a manchete desta matéria, deram uma ‘banana’ para quem tem dificuldades em se locomover.

Em tempo: O cadeirante citado acima teve dificuldades em subir na calçada, mas foi ajudado por uma jovem, que o auxiliou para chegar ao seu destino.

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