Psicóloga Regiane Campos. Outubro Rosa: O Adoecer e a Emoção da Alegria

Adoecer geralmente é uma experiência muito desafiadora e quase sempre sem escolha. Seja quando estamos doentes ou quando acompanhamos algum conhecido ou familiar que passe por este processo.

Nesta situação temos 2 comportamentos bastante comuns que são a revolta e a aceitação. Pensar nisso pode nos levar a dizer: Eu aceito, mas a decisão nem sempre passa pela escolha entre aceitar ou revoltar-se e sim pelo que precisa ser vivido.

A revolta pelo adoecimento

Entender que o comportamento de Aceitação ou Revolta não é uma escolha, nos ajuda a refletir sobre a questão do julgamento.

Julgar é uma característica dos seres humanos. Julgamos como bom, bonito e certo tudo o que é parecido e confortável para nós e como ruim, feio ou errado tudo o que é diferente de nós.

Saber que a “não aceitação” faz parte da gente nos ajuda a compreender que isto não é sinal de fraqueza mas de humanidade.

A aceitação no adoecimento

Como aceitar que estamos doentes e que poderemos passar por tratamentos invasivos, com efeitos colaterais e dolorosos? A alegria tem se mostrado uma possibilidade nesta desafiadora caminhada.

Agora como ficar alegre diante desta situação? O exercício de relembrar nossas grandes e pequenas alegrias, assim como o de estimular o movimento para viver as pequenas alegrias no presente, pode ser um caminho.

O que são pequenas alegrias?

Pequenas alegrias são situações que acontecem com relativa  frequência em  nosso dia a dia, são acontecimentos  onde eu posso sentir satisfação ou prazer.

Podemos pensar em várias situações como por exemplo uma conversa sem hora marcada, onde estamos presentes e atentos ao outro e  a nós mesmos e ao final sentimos uma sensação boa, além de ficar uma lembrança agradável em nossa cabeça.

Estas situações são mais comuns do que as vezes nos damos conta. Sabe um café agradável, uma refeição simples mas saborosa ou tantas outras como as que podemos viver com crianças, animais e lugares?

Hoje a ciência já consegue comprovar que o exercício de se ter várias pequenas alegrias ajuda nosso cérebro a liberar substâncias que manterão por mais tempo a sensação de felicidade e  bem estar.

Alegria e Cura um caminho possível?

Sim. É fato que isto pode ser diferente de tudo o que já vimos e ouvimos até hoje, todavia este é sem dúvida, um caminho mais prazeroso do que a tristeza.

Sem contar os benefícios que esta forma de pensar  traz para nosso corpo e para nossa mente e que sabemos ser  este um item extremamente valioso no processo de cura.

* Regiane Campos – CRP 06/ 58579 – Psicóloga Clínica e Consultora Executiva escreve quinzenalmente no Jornal Cotia Agora. Telefone: 11 9-9003-3346 Site: http://www.harmonizegestaoemocional.com.br/
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