Alunos de tradicional escola de Cotia reclamam de dificuldade em usar banheiro e beber água

Nesta semana o Jornal Cotia Agora recebeu a reclamação de um aluno que, em nome da maioria, denuncia que a direção da Escola Estadual Baptista Cepellos tem limitado o acesso deles ao banheiro e bebedouro durante o período de aula. Ele também conta que a caixa d’água da escola está com problemas e chegou a ficar horas jorrando água, um claro sinal de desperdício.

Veja o relato do aluno, que vamos manter no anonimato:

Eu venho a público para relatar algo revoltoso que acontece na Escola Estadual BaPtista CepeLlos. A escola não possibilita o fácil acesso aos alunos para irem ao banheiro ou tomar água, pois os alunos têm que passar por portões automáticos (foto abaixo), onde são controlados por funcionários da escola que não ficam próximo ao portão para que os alunos possam ter acesso a esses lugares. No dia 09/05/ houve uma reunião na escola onde pautaram esses assuntos e uma funcionária da veio a público explicar como funcionaria e disse que os alunos têm a segunda e quinta aula pra irem tomar água e irem no banheiro, onde na sequência a inspetora reforçou a tese. Na sequência um aluno disse que na escola falta água, só que ignoraram o comentário dele.
Na segunda feira (13), por volta das 7h50, a água da caixa estava jorrando pra fora onde uma aluna da minha sala foi avisar e depois de mais de 30 minutos foram resolver. Isso não foi a primeira vez que aconteceu, já havia acontecido outras vezes, o que faz os alunos se revoltar, pois nós temos direito de beber água e ir ao banheiro sempre desde que não interfiram na aula do professor, só que o portão é trancado dificultando o acesso dos alunos e a falta de água que acontece direto na escola”.

O Jornal Cotia Agora entrou em contato com a Secretaria Estadual da Educação, que enviou a seguinte nota:
A Diretoria Regional de Ensino de Carapicuíba informa que já determinou que a escola providencie livre trânsito dos estudantes aos banheiros e bebedouros. Sobre o comentário do aluno, a administração regional encaminhará técnicos do núcleo de obras para averiguar a situação da unidade. Nos últimos meses, o prédio recebeu serviços de manutenção de cerca de R$ 30 mil reais.